O Festival da Cunhã já tem sua principal atração confirmada para 2026. A cantora Joelma será o grande destaque da nova edição do evento, marcada para o dia 23 de maio, na Arena da Amazônia.
Idealizado por Isabelle Nogueira em parceria com a Mynd, o festival se consolida como um dos principais eventos culturais do Norte do país. A proposta é funcionar como uma grande celebração que antecede o Festival Folclórico de Parintins, considerado um dos maiores espetáculos a céu aberto do mundo.
Anúncio com protagonismo feminino e regional
O anúncio da cantora paraense foi feito pela própria idealizadora, que destacou a importância da presença de uma das vozes mais populares da região Norte. “Recebê-la é abrir as portas com amor para uma grande parceira e uma artista que admiro profundamente. Reforçamos o protagonismo da mulher e a potência do Norte”, afirmou Isabelle.
Além disso, a escolha da atração potencializa a identidade do evento, que aposta na valorização da cultura regional aliada a nomes de grande alcance nacional.
Ampliação da estrutura
Em 2026, o festival chega à sua segunda edição ainda mais robusto. Ao todo, estão previstas cerca de 10 horas de programação contínua, reunindo música, gastronomia e manifestações culturais.
Ao mesmo tempo, o público poderá vivenciar experiências ligadas às tradições amazônicas, com destaque para apresentações de artistas locais e culinária típica da região.
Segundo Isabelle, o crescimento do projeto reflete o propósito original. “O festival nasce para impulsionar a cultura, o turismo e a sustentabilidade social do Amazonas. Ver esse crescimento é a confirmação de que estamos no caminho certo”, destacou.
Primeira edição foi um sucesso de público
Em 2025, a estreia do evento superou expectativas. Mais de 30 mil pessoas participaram da programação, consolidando o festival como um marco cultural no estado.
Além disso, a iniciativa contou com a presença de influenciadores e artistas de diversas regiões do país, ampliando a visibilidade da cultura amazônica.
Sustentabilidade e impacto social
Por outro lado, o evento também se destaca pelo compromisso ambiental e social. Em 2025, as emissões de carbono foram compensadas com o plantio de 758 árvores nativas.
Ao mesmo tempo, a entrada do público ocorreu mediante doação de alimentos, resultando na arrecadação de quase 30 toneladas, destinadas a comunidades em situação de vulnerabilidade. Todas as etapas do festival priorizam práticas sustentáveis, desde a organização até a execução das atividades.
Fortalecimento da economia local
Além do impacto cultural, o festival movimenta a economia regional. Uma praça de alimentação e uma feira de artesanato foram estruturadas para valorizar produtores locais.
Com isso, empreendedores de diferentes portes, de ambulantes a comerciantes consolidados, tiveram a oportunidade de ampliar renda e visibilidade.
Expectativa para 2026
Para a nova edição, a expectativa é de crescimento ainda maior. Novas atrações devem ser anunciadas nas próximas semanas, aumentando o interesse do público.
Enquanto isso, a organização destaca o convite para que visitantes vivam uma experiência imersiva na cultura amazônica.
