Seen Belém lança sobremesa de chocolate com cajá no Dia do Chocolate

Matheus Freire
Sobremesa Seen Culpa aposta no contraste entre a intensidade do cacau amargo e a acidez do cajá em Belém - Foto: Divulgação/Seen Belém.

O Dia Mundial do Chocolate, celebrado nesta terça-feira (7), motivou o restaurante Seen Belém a destacar no seu menu uma criação gastronómica que valoriza o cacau através de contrastes de texturas e sabores regionais. Localizado no rooftop do hotel Tivoli Maiorana Belém, o estabelecimento apresenta uma sobremesa que integra a densidade tradicional do chocolate com ingredientes típicos da biodiversidade da Amazónia.

A proposta do espaço consiste em fundir a culinária contemporânea internacional com elementos da cultura gastronómica local, aproveitando o fluxo de clientes que procuram experiências diferenciadas no setor de alta gastronomia da capital paraense.

Harmonização e texturas no menu do rooftop

A sobremesa batizada como “Seen Culpa”, desenvolvida sob o conceito do chefpreneur Olivier da Costa e implementada pelo chef executivo Frederico Miranda, propõe uma experiência sensorial que alterna diferentes temperaturas e consistências no paladar. A estrutura do prato é composta por três pilares principais:

  • Brownie de chocolate com pedaços de noz-pecã;
  • Mousse densa de chocolate com concentração de 80% de cacau;
  • Sorvete artesanal de cajá.

A escolha do cajá cumpre a função técnica de quebrar a doçura e a robustez do cacau amargo, introduzindo uma nota de acidez e frescura que limpa o paladar entre as garfadas. “O chocolate permite infinitas possibilidades de criação e harmonização. No Seen Culpa, buscamos equilibrar a intensidade do cacau com um ingrediente muito presente na cultura amazônica, o cajá, criando uma sobremesa que representa tanto a identidade do restaurante quanto a riqueza dos sabores da região”, aponta o chef executivo Frederico Miranda.

O prato segue a linha de produções visuais e gastronómicas que exploram os insumos do Norte do país, consolidando o uso de frutas nativas em releituras da confeitaria clássica internacional.

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