Dia da Saudade chama atenção para impactos emocionais e a importância do cuidado com a saúde mental

Redação
Celebrado em 30 de janeiro, o Dia da Saudade convida à reflexão sobre memórias, vínculos afetivos e ausências que marcaram a trajetória de muitas pessoas. Embora seja um sentimento natural e ligado ao afeto, a saudade pode gerar impactos significativos na saúde mental, especialmente quando associada a perdas recentes, mudanças bruscas ou períodos de fragilidade emocional. De acordo com o psicólogo Fabrício Vieira, da Hapvida, sentir saudade faz parte da experiência humana e não deve ser reprimido. “A saudade indica que algo foi significativo em nossa vida. O alerta surge quando esse sentimento se intensifica a ponto de gerar sofrimento prolongado, tristeza profunda ou dificuldade de seguir a rotina”, explica o especialista. Segundo ele, datas simbólicas tendem a potencializar emoções e trazer à tona lembranças sensíveis. Nesses momentos, é fundamental reconhecer os próprios sentimentos e observar sinais como isolamento, desânimo constante e falta de motivação, que podem indicar a necessidade de apoio profissional. Uma das estratégias mais saudáveis para lidar com a saudade, conforme orienta Fabrício, é ressignificar o sentimento. “É possível transformar a saudade em gratidão pelas experiências vividas e em força para construir novos caminhos. Honrar memórias não significa permanecer preso ao passado”, destaca. O psicólogo reforça ainda a importância de conversar com pessoas de confiança e buscar acompanhamento psicológico sempre que o sofrimento emocional persistir. O especialista lembra que o cuidado com a saúde mental deve receber a mesma atenção dedicada à saúde física. “Assim como procuramos um médico diante de uma dor no corpo, é essencial buscar ajuda quando o sofrimento emocional se torna constante. Reconhecer essa necessidade é um ato de autocuidado, não de fraqueza”, afirma. Mais do que uma data nostálgica, o Dia da Saudade se apresenta como um convite à empatia consigo mesmo, à valorização dos afetos e à busca por equilíbrio emocional. “Sentir saudade é parte da vida, mas ninguém precisa enfrentar esse sentimento sozinho”, conclui o psicólogo - Foto: Divulgação/Freepik

Celebrado nesta sexta-feira (30), o Dia da Saudade convida à reflexão sobre memórias, vínculos afetivos e ausências que marcaram a trajetória de muitas pessoas. Embora seja um sentimento natural e ligado ao afeto, a saudade pode gerar impactos significativos na saúde mental, especialmente quando associada a perdas recentes, mudanças bruscas ou períodos de fragilidade emocional.

De acordo com o psicólogo Fabrício Vieira, da Hapvida, sentir saudade faz parte da experiência humana e não deve ser reprimido. “A saudade indica que algo foi significativo em nossa vida. O alerta surge quando esse sentimento se intensifica a ponto de gerar sofrimento prolongado, tristeza profunda ou dificuldade de seguir a rotina”, explica o especialista.

Segundo ele, datas simbólicas tendem a potencializar emoções e trazer à tona lembranças sensíveis. Nesses momentos, é fundamental reconhecer os próprios sentimentos e observar sinais como isolamento, desânimo constante e falta de motivação, que podem indicar a necessidade de apoio profissional.

Uma das estratégias mais saudáveis para lidar com a saudade, conforme orienta Fabrício, é ressignificar o sentimento. “É possível transformar a saudade em gratidão pelas experiências vividas e em força para construir novos caminhos. Honrar memórias não significa permanecer preso ao passado”, destaca. O psicólogo reforça ainda a importância de conversar com pessoas de confiança e buscar acompanhamento psicológico sempre que o sofrimento emocional persistir.

O especialista lembra que o cuidado com a saúde mental deve receber a mesma atenção dedicada à saúde física. “Assim como procuramos um médico diante de uma dor no corpo, é essencial buscar ajuda quando o sofrimento emocional se torna constante. Reconhecer essa necessidade é um ato de autocuidado, não de fraqueza”, afirma.

“Sentir saudade é parte da vida, mas ninguém precisa enfrentar esse sentimento sozinho”, conclui o psicólogo.

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