Histórias de quem vive, cria e transforma seus próprios territórios chegam às telas neste fim de semana pelo Perifa.Doc. O projeto encerra seu ciclo de formação com quatro documentários produzidos em Belém e Marabá, a partir de experiências ligadas à arte, educação, memória, direito à cidade e neurodivergência.
Em Marabá, os filmes “Marabela” e “Cabelo Seco” serão exibidos no dia 26 de setembro, às 18h30, durante uma sessão do Cinemuseu na Rua. Já em Belém, “BEL-HELL” e “T.E.A.: Transtorno no Espectro Amazônico” chegam ao público no dia 27, às 11h, na Casa Dourada. As duas atividades são gratuitas.
As produções nasceram durante um processo de formação que reuniu pesquisa, escuta e produção audiovisual. Em vez de partir de histórias prontas, os participantes construíram as narrativas a partir do contato com personagens e comunidades.
Em “Marabela”, a cidade de Marabá é observada por meio de diferentes percepções sobre seu território e sua identidade. “Cabelo Seco” mergulha na memória de uma comunidade marcada pela resistência e pela atuação de mulheres na preservação de suas histórias.
Na capital, “BEL-HELL” acompanha jovens artistas e a relação entre arte, educação e ocupação dos espaços urbanos. Já “T.E.A.: Transtorno no Espectro Amazônico” aborda experiências de pessoas autistas a partir da realidade amazônica.
Mais do que servir de cenário, Belém e Marabá aparecem como parte das próprias histórias. Os filmes colocam moradores, artistas e comunidades no centro das narrativas e revelam diferentes formas de enxergar os territórios amazônicos.
O Perifa.Doc é realizado pela Pressa Filmes e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Vale e parceria de instituições culturais.
