O acesso ao crédito tem desempenhado papel importante no fortalecimento da economia paraense. Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que o financiamento concedido às médias empresas pelo Itaú BBA contribuiu para movimentar, em média, R$ 1,1 bilhão por ano no Produto Interno Bruto (PIB) do Pará entre 2020 e 2024.
Além do impacto sobre a atividade econômica, o levantamento estima que os recursos destinados às empresas resultaram, anualmente, na geração de 14 mil empregos, R$ 514 milhões em renda e R$ 354 milhões em arrecadação de impostos no estado.
Em âmbito nacional, o estudo calcula um impacto médio anual de R$ 105 bilhões no PIB brasileiro, além de R$ 49 bilhões em renda e R$ 34 bilhões em tributos, evidenciando a relevância do crédito empresarial para a economia.
Segundo Fábio Villa, diretor comercial responsável pelo segmento Middle Market, Corporate Banking, Multinacionais e Tech Companies do Itaú BBA, as médias empresas ocupam posição estratégica no desenvolvimento regional. “As médias empresas ocupam uma posição estratégica no desenvolvimento das economias regionais. O estudo reforça como o crédito estruturado e o atendimento especializado contribuem para fortalecer cadeias produtivas locais, gerar empregos e ampliar a arrecadação.”
O levantamento foi elaborado pela FGV com base na metodologia de matriz insumo-produto, utilizada para estimar os efeitos diretos, indiretos e induzidos da atividade econômica gerada pelo atendimento às médias empresas entre 2020 e 2024.
De acordo com a pesquisa, além de ampliar a capacidade de investimento dos negócios, o crédito estruturado contribui para impulsionar cadeias produtivas, estimular a geração de empregos e fortalecer o desenvolvimento econômico nas regiões onde essas empresas atuam.
