A menopausa é uma fase natural da vida da mulher e marca o encerramento do ciclo menstrual, geralmente entre os 45 e 55 anos. Desde o início desse período, a queda hormonal provoca transformações que impactam diretamente a saúde física, emocional e a qualidade de vida feminina.
Queda hormonal provoca sintomas físicos e emocionais
Durante a menopausa, ocorre a redução dos hormônios estrogênio e progesterona. Como resultado, o organismo reage com sintomas que afetam a rotina diária. Entre os mais comuns estão ondas de calor, suores noturnos, insônia, alterações de humor, ganho de peso, diminuição da libido e ressecamento vaginal.
Além disso, com o avanço dessa fase, aumentam os riscos de doenças como osteoporose, diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares. Por isso, o acompanhamento médico torna-se essencial para prevenir complicações futuras.
Menopausa exige acompanhamento e informação
Segundo o endocrinologista Dr. Rubens Tofolo Jr., a menopausa não deve ser encarada de forma negativa.
“A menopausa não deve ser vista como o fim da vitalidade, mas como uma nova fase que exige mais atenção à saúde. Com acompanhamento médico adequado, é possível controlar os sintomas, prevenir doenças e manter qualidade de vida”, explica.
Impactos hormonais vão além dos fogachos
De acordo com o especialista, os efeitos da menopausa atingem diferentes sistemas do corpo feminino.
“O desequilíbrio hormonal da menopausa não impacta apenas os fogachos. Metabolismo, ossos, saúde cardiovascular e até o bem-estar emocional sofrem influência direta nesse período.”
Assim, além dos sintomas visíveis, mudanças silenciosas ocorrem no organismo, o que reforça a importância de avaliações regulares.
Tratamento deve ser individualizado
O tratamento da menopausa varia conforme o histórico clínico de cada mulher. Inicialmente, mudanças no estilo de vida ajudam a reduzir os sintomas. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e controle do estresse fazem diferença no dia a dia.
Em alguns casos, o médico pode indicar reposição hormonal ou outras estratégias terapêuticas, sempre após avaliação criteriosa.
“Cada mulher vivencia a menopausa de forma diferente. Por isso, a orientação médica é essencial para definir a melhor abordagem, respeitando o histórico clínico e as necessidades individuais”, reforça o endocrinologista.
