A jornalista Layse Santos está confirmada como uma das apresentadoras do concurso mais tradicional do Carnaval paraense. Dessa forma, a edição especial acontece neste sábado (7), no Hangar – Centro de Convenções da Amazônia, em Belém.
Ao lado de Ismaelino Pinto, Layse comandará a noite que celebra dois marcos da comunicação no Pará: os 80 anos do jornal O Liberal e os 50 anos da TV Liberal. Ao todo, 15 candidatas disputam o título de soberana do Carnaval Paraense.
Edição histórica
Nesta edição, o Rainha das Rainhas 2026 será comemorativo e histórico. Desta maneira, o concurso destaca sua importância cultural e seu papel como um dos maiores espetáculos carnavalescos da região Norte.
Ao mesmo tempo, o concurso movimenta clubes sociais, profissionais da moda, da beleza e da fantasia. Assim, gera impacto direto na economia criativa e na cadeia cultural do estado.
A relação de Layse no concurso vai além desta edição. Ao longo dos anos, a jornalista já atuou como apresentadora, repórter e comentarista em diversas transmissões do Rainha das Rainhas, incluindo a edição de 2023.
Dessa forma, seu retorno ao palco comprova sua trajetória como uma das principais referências do jornalismo e da apresentação de grandes eventos na Amazônia.
“O Rainha é um capítulo à parte na minha trajetória. Ainda lembro do frio na barriga da primeira apresentação. É um concurso que representa beleza, fantasia e a alma do Carnaval paraense”, afirma Layse Santos.
Comunicação, empreendedorismo e eventos
Além do jornalismo, Layse é CEO e fundadora da Agência EKO, que desenvolve projetos de reputação, imagem e eventos em todos os estados da Amazônia.
Ela também é sócia da Gaia, consultoria especializada em oratória e treinamento de porta-vozes empresariais. Atualmente, atua como apresentadora e mestre de cerimônias em eventos institucionais e plataformas digitais.
Para Layse, apresentar o Rainha das Rainhas é conduzir um espetáculo que exige leveza, respeito e sensibilidade. Segundo ela, o foco está em valorizar as candidatas e os sonhos envolvidos na disputa.
“O que mais me empolga é a alegria do concurso, a garra das candidatas e a dedicação de todos que trabalham nos bastidores. É uma noite de glamour, festa e celebração da cultura amazônica”, finaliza.
