Carnaval da Região Norte movimenta economia e reforça estratégia regional

Apoio a eventos tradicionais no Pará e Amazonas reforça valorização da cultura amazônica e impacto econômico no período carnavalesco.

Redação
Carnaval é considerado um dos períodos mais relevantes para a economia criativa no Norte. Em cidades como Vigia, no nordeste paraense, hotéis, bares, restaurantes e ambulantes registram aumento significativo na demanda - Foto: Agência Tango

Durante o período do Carnaval da Região Norte, que reúne milhares de foliões entre fevereiro e março, investimentos da Solar Coca-Cola ganham destaque ao impulsionar festas tradicionais e fortalecer a economia local. No Pará e no Amazonas, eventos de grande porte consolidam a estratégia regional de empresas que apostam na valorização da identidade cultural amazônica.

A programação carnavalesca no Norte do país voltou a movimentar multidões em 2026. No Pará, o tradicional Carnaval de Vigia deve reunir cerca de 300 mil pessoas ao longo da festa. Já no Amazonas, o CarnaBoi projeta público superior a 20 mil foliões.

O apoio a essas manifestações garante uma estratégia de consolidação regional baseada na valorização das tradições locais. Além disso, a presença de grandes marcas nacionais nos principais polos da folia amplia a visibilidade das festas e fortalece cadeias produtivas ligadas ao turismo, comércio informal e serviços.

De acordo com Natasha Castro, gerente de Conexão e Experiências da companhia, o investimento nas festividades representa mais do que exposição de marca. “Apoiar festas regionais e manifestações culturais tão importantes para nossa brasilidade como o Carnaval é uma forma de fortalecer a conexão com os consumidores”, afirma.

Impacto econômico e cultural

O Carnaval é considerado um dos períodos mais relevantes para a economia criativa no Norte. Em cidades como Vigia, no nordeste paraense, hotéis, bares, restaurantes e ambulantes registram aumento significativo na demanda. O mesmo ocorre em Manaus durante o CarnaBoi, evento que mistura a tradição do boi-bumbá ao ritmo carnavalesco.

Com isso, o Carnaval da Região Norte se consolida não apenas como expressão cultural, mas também como vetor estratégico de desenvolvimento regional, gerando emprego temporário, renda e visibilidade nacional para as manifestações amazônicas.

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